Alteração da atenção: Este é o sintoma mais importante para o diagnóstico do TDAH, uma pessoa pode não apresentar hiperatividade, mas sempre terá alteração da atenção.
No adulto , manter-se concentrado em algo, por menor tempo que seja, é aqlgo muito desafiador.
Após a realização de tarefas que exigem concentração, como fazer trabalhos escolares, provas, projetos e atividades profissionais, pessoas com TDAH relatam grande cansaço mental e até físico (Silva, 2009).
Impulsividade: Silva, 2009, diz que o TDAH, tem a mente sensível para receptar estímulos e, quando os capta reage sem pensar/ avaliar as características ou conseqüências de seu ato.
Este ato de agir sem pensar, faz com que a pessoa gaste energia em vão.
Um exemplo claro desta impulsividade, são as crianças que dizem o que vem a cabeça, brincam de lutas sem pensar nos perigos que isso pode lhe causar.
“ Se o comportamento dos TDAS não for compreendido e bem administrado por eles próprios e pelas pessoas com quem convivem, conseqüências no agir poderão se manifestar sob diferentes formas de impulsividade” (Silva, 2009). Essa impulsividade descontrolada dita pela autora, pode gerar agressividade, compulsão por compras, jogos, descontrole alimentar e logorréia (fala incontrolável).
É importante que essas pessoas direciones e controlem essa impulsividade à algo produtivo como, esportes, artes, trabalhos voluntários, etc.
Hiperatividade Física e Mental: É fácil identificar a hiperatividade física na criança, pois como falado no início ela é inquieta, corre pra todos os lados, não para pra nada. Mas no adulto, a hiperatividade se apresenta de forma discreta. A hiperatividade aparece no incessante balançar de pernas, roer unhas, buscar algo que mantenha as mãos ocupadas, etc.
Já a hiperatividade mental, é mais sutil, porém causa tanto sofrimento quanto a física. Ela pode ser identificada no adulto que responde a pergunta antes que ela seja terminada, interrompe a fala do outro o tempo todo, muda de assunto antes que ele seja terminado. Existe a dificuldade de dormir, porque seu cérebro fica tão agitado que não consegue se desligar.
Segundo a autora do livro mentes inquietas, Ana Beatriz Barbosa Silva, a agitação psíquica pode ser parcialmente responsável pela inaptidão social do TDAH.
“É como se a vida dessas pessoas tivessem transcorrido, desde a infância, num redemoinho de atividades e pensamentos tão intensos que não tiveram tempo nem capacidade de sintonia de aprender a arte de interpretar os outros”.
A hiperatividade pode causar incômodos diários, principalmente quando precisa se adequar a ritmos de trabalho diferentes do seu.
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